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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dele pra mim! (LLL)

"O que eu escrevo é para você; eu só penso em você; meus sentimentos são seus.
Queria sentir seu cheiro; dormir ouvindo seus sussurros; sentir seus beijos.
Perdoa-me se algumas vezes sou frio, mesquinho, arrogante... Por mais que assim eu seja, eu juro que fico horas olhando suas fotos; deixo aberta a janela do seu MSN e fico te esperando entrar ou falar comigo – sou bobo às vezes; talvez mais bobo por não me envergonhar disso.
"

Três palavras para você: eu amo você.
Minha alma gêmea.

"You're a falling star, you're the get away car, you're the line in the sand when I go too far. You're the swimming pool on an August day and you're the perfect thing to say. And in this crazy life, and through these crazy times it's you, it's you, you make me sing, you're every line, you're every word, you're my everything"

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

LATHESE: O segundo mundo. • Cap. I


Mellanie; é uma adolescente de dezessete anos que se encontra em Lathese, um mundo fantástico porém destruído por Apocalipse; uma garota malvada que governa um reino de crueldade no topo de uma "ilha". Mell, é acolhida por um mago que a faz tomar decisões e fazer escolhas que irá beneficiar ambos, mas para isso teria de resgatar Erik o garoto que perdeu a memória aos dezesseis anos que é aprisionado pela vilã em um de suas salas de tortura do reino. Mas o que acontecerá quando Mellanie descobrir que só poderá entrar em Lathese enquanto estiver dormindo, e que seus sonhos são tão reais que são capazes de ferí-la? será que sua amiga individualista e egocêntrica Kyra irá ajudá-la? E como ela agirá ao descobrir que a força maior do mundo de seus "sonhos" sai de dentro do mundo real, e que sendo assim ela não é a única pessoa do planeta a ter acesso a Lathese? Tudo isso e mais um pouco você irá descobrir, nessa linda história que envolve mistérios, romance, lutas e acima de tudo o valor da amizade.




Cap. I
Como deixar Lathese.

            O céu era nublado, a cidade destruída, as ruas totalmente vazias, as árvores pareciam chorar, os jardins eram secos, como se houvesse uma grande seca naquele lugar. Que cidade é essa? Onde eu realmente estou? Olhando em volta a única resposta que eu posso achar é que isso tudo era assustador. Meu nome é Mellanie, e esse é meu ursinho Keymon. Andando por essas ruas sujas a única coisa que conseguia fazer era sentir a tranqüilidade que Keymon me passava. Foi quando eu vi uma luz, parecia ter encontrado alguém, uma ventania então começou, as folhas secas começaram agarrar nos meus cabelos ondulados e se espalharem pelas ruas, parecia um furacão, me senti realmente assustada, então corri, lembro-me apenas de ter tropeçado em algo que me fez cair...
            Acordei em outro lugar mais estranho ainda, tinha um cara olhando minha marca de nascença em meu pulso, que até então eu tampava com minha munhequeira, ele tinha um chapéu típico de um mago, é, eu acho que ele era um mago.
- De onde você veio, menina? – ele disse olhando em meus olhos.
- Eu não sei como cheguei, apenas consigo me lembrar de como é assustador lá fora.
- Então está me dizendo que você não vive nesse lugar?
- O que eu estou tentando te dizer é que eu quero ir embora. – Levantei-me coloquei minha munhequeira e peguei o Keymon fui em direção a porta, foi quando ele surgiu em minha frente, não sei como ele fez aquilo só sei que foi rápido.
- Tem certeza que não quer ficar?
- Me deixa ir embora, agora.
- Ouça, menina. Você tem uma escolha a se fazer, e escolhas são feitas de decisões, uma vez escolhida não poderá mudar de idéia. Pelo menos nesse mundo não.
- Me deixa ir embora, agora. – Falei pausadamente, com meus olhos cheios de água e amedrontada.
- Se você quer ir embora, então vá – Ele desviou-se da porta e a abriu, lá fora era ainda mais assustador, pássaros enormes voavam, e furacões destruíam ainda mais a cidade.
- O que está acontecendo? – Fechei a porta, com medo.
- Essa é a Apocalipse. – Fiz uma cara de quem não entendeu e ele completou – ... é o nome dela, ela era uma boa garota, até que então se tornou uma menina má, por péssimas escolhas que a vida lhe sugeriu.
- Mas eu não a vi lá fora.
- Ninguém a vê, apenas a sente. E só há duas pessoas capazes de mudar isso tudo, a lenda diz que foram escolhidos ao nascer, uma garota e um garoto, ambos com uma marca de nascença; como a sua. Juntos poderão formar a proteção e a força e trazer a paz pra esse mundo.
- Você está brincando comigo. – Falei num tom alto, e apertando o Keymon.
- Queria eu estar brincando, mas não tenho mais idade pra isso, menina. Você pode nos ajudar, só temos que encontrar o garoto.
- E quem é o garoto?
- Ele está aprisionado no reino de Apocalipse.
- Por quê?
- Ela teme que ele possa encontrar a escolhida; e assim destruir seu plano por completo.
- E qual é o plano dela?
- Chegar ao mundo real.
- Mundo real? – fiz uma cara de quem não entendeu nada, e realmente não estava.
- Sim, o mundo real. Onde você vive!
- Do que você está falando?
- Você está sonhando, na verdade você não pertence a esse mundo, você vive no mundo real, como o Lorde H. Ele é um garoto comum e que quer comandar o mundo real como Apocalipse fez aqui, por isso eles tem um acordo, montaram um portal desse mundo para o outro. E será usado na sétima Lua Cheia. Quando acontecerá o Eclipse.
- Eu não vou acreditar nisso. – Levantei e fui rumo a porta novamente, mas dessa vez eu a abri, o vento era insuportável, foi quando eu saí.
- VOLTE!!! – O mago gritou estendendo a mão para mim, e chamando assim a atenção de Apocalipse que estava no meio do furacão que parou naquele momento, as folhas secas caíram no chão lentamente. O olhar dela para mim foi assustador, eu parei imóvel. Não conseguia me mecher, ela veio caminhando em minha direção:
- CORRA. – O mago gritou. Assustada não pensei duas vezes, o mago tentou detê-la mas ela explodiu sua casa, a pressão foi forte demais, que me jogou pra longe Dalí, quando caí, caí rente a um precipício, fui me levantar e acabei escorregando, segurei-me no Keymon que ficou agarrado em uma raiz. Então me desesperei. Comecei a gritar, mas ninguém chegava para me ajudar, então pedia por socorro, foi quando olhei para cima e a vi tão perto de mim que me senti gelada. Ela me empurrou, e eu caí, deixando Keymon para trás, eu gritava, gritava, e gritava.
            Na minha cama eu estava, eram 6:00 da manhã ainda, levantei assustada, procurei pelo Keymon e não o encontrei, ele não estava lá, em nenhum dos lugares, foi quando vi o arranhão causado pelo tombo que tinha tomado antes de me acordar na casa do mago. Então olhei para minha marca no pulso, era ainda mais real.


Continua...

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