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domingo, 25 de setembro de 2011

O que não volta mais.

- Posso te perguntar algo?

- Claro. Todas as coisas desse mundo. - Respondeu ele.

- Quando namorávamos... O que fez você gostar de mim? Como era eu?

- Olha... Eu gostava da sua autenticidade... - Respondeu ele que logo em seguida deu um sorriso de canto de boca, era um sorriso orgulhoso, de quem estava tendo um momento nostalgia. - Você não forçava nada para mostrar quem você realmente é. Você era quente, carinhoso, e eu gostava de você porque eu adorava discutir com você e depois pedir desculpas cheio de beijinhos. E além do mais você é sarcástico, irônico, e muitas vezes dramático.

- E isso é ruim? - Com as mãos no bolso, sorri sem graça.

- Algumas dessas coisas podem parecer defeitos para alguns. - Ele deu uma pausa, me olhou nos olhos, e concluiu. - Mas pra mim nunca foram.

O que eu queria te dizer...

Você nem sonha que na sua falta eu deito na minha cama e me reviro de um lado para o outro somente esperando que você se lembre de mim, como também não imagina que eu fico na espreita olhando para o celular esperando qualquer sinal de vibro dele; qualquer sinal de vida sua. Quando me deito fico pensando que a última coisa que eu preciso na minha vida é você, mas por ironia você se tornou uma coisa indispensável, é como se eu respirasse você, vivesse você, ou não vivesse sem você. Às vezes tudo que eu queria era que você nunca estivesse entrado na minha vida, eu estava tão bem, mesmo que agora eu esteja melhor ao teu lado, é bom ter você, mas é horrível pra mim sentir a sua falta e não poder te dizer isso por medo de estar sendo demais, pela insegurança de estar te sufocando. Sei que em um relacionamento a gente tem que ter nosso espaço, e a gente se dá o "nosso espaço", acho que por isso temos tanta química e nunca nos desentendemos desde que entramos nesse barco, mas eu sou crianção ainda, no fundo sou carente de afeto, quero você pra mim todas as vinte e cinto horas do meu dia, queria poder te falar isso, mas também sou aquela criança pirracenta que não dá o braço a torcer, sabe?! Por minutos acho que você me ama menos, e até duvido do seus sentimentos sinceros por mim, e é aí que vem você e me desarma. Você me desarma dizendo que tem saudades, e que me ama, e eu fico sem saber o que fazer, o que falar, como agir, e é o momento no qual eu fico mudo, fico indiferente, fico fora de mim. Relacionamentos tem disso, mesmo que ambos estejam na mesma sintonia, no mesmo andar, no mesmo patamar, sempre terá o que sente mais, o que demonstra mais, o que é ruim com as palavras e é bom com atitudes, sempre terá, mas amor é isso, e daí? é por isso que a gente entra em um, não é pra se arriscar? correr perigo, sentir o friozinho na barriga?! A gente dá aquilo que a gente espera de volta, é como emprestar dinheiro, eu te empresto vinte reais, e quando você vem me devolver, por mais que eu diga "Não precisa, pode ficar pra você." lá na frente eu vou te cobrar, vai ter um momento que eu vou te lembrar. Desculpem-me pelo trocadilho, mas vocês me entenderam. Posso ser neurótico, dramático, orgulhoso, ciumento, tudo... Mas é porque eu te amo, nunca conseguiria ser menos isso tudo por você. Queria te escrever isso tudo agora, neste momento, do meu domingo (25 de setembro às 18:26 horas) no qual você sumiu o dia inteiro e não me deu nenhum sinal de vida, apenas disse que está com saudades e que me ama, e que dormiu o dia inteiro, ficou de me ligar quando terminasse de fazer as coisas no "pós-descanso" e até agora nada. Eu me deitei e me contraí na cama até agora desejando dormir e acordar somente amanhã, tentei deixar meu celular desligado, tentei não pensar em você, mas por você eu não consigo, não consigo ser indiferente quando o meu tudo nesse mundo é você. E você sabe, que eu já te disse, que enquanto eu não falo o que me incomoda eu não consigo dormir, descansar, relaxar. Não consigo, e não quero falar pra você, então escrevo aqui na esperança de que quando eu terminar a última letra e colocar um ponto final eu consiga assim dormir.

Sem mais.

domingo, 4 de setembro de 2011

Crescer?! Ah... Crescer!


Tenho tentando todos os dias ao acordar ser uma pessoa madura, me tornar um adulto grande, mesmo que me exija muito esforço e energia às vezes. E eu tenho tido sucesso, embora ser uma pessoa grande às vezes nos esgota, e chega o momento no qual acabamos sentindo falta daquele tempo bom onde a nossa preocupação era "Do que eu vou brincar amanhã?" ou "Será que a tia vai reparar amanhã no colégio que eu não fiz o dever de casa?" ou "Será que o coelhinho da páscoa vai reparar meu sapatinho na janela?" 


Tenho lembrado todas as manhãs da palavra "Paciência". Temos que ser pacientes naquilo que esperamos e acima de tudo sermos pacientes com quem nos cerca e com o que fazemos no cotidiano. Porque nada é bom sem paciência, até nós mesmos. 


Hoje me encontrei sentado no cantinho do meu quarto no escuro e a luz do monitor e luminária acesas, era como se eu estivesse vendo uma luz no final do túnel para todos meus problemas, que se não fossem problemas não teria me tornado essa pessoa tão confusa e crescida que sou hoje e que faz eu me olhar no espelho todos os dias e me dar conta do quão estou mais evoluido que ontem e acima de tudo gostar do que vejo. 


Conversando com meu melhor amigo antes do post ele me disse "Não deixe com que as pessoas te limite. A única pessoa que pode te limitar é realmente você. E você sabe o que você faz, e sabe o que é o certo, pode não saber que sabe, mas lá no fundo você sabe. E amigo, eu sei que você é crescido e maduro o suficiente para isso." O que ele falou serve pra muitos de nós em qualquer situação que a gente passa e para no meio da estrada com aquele medo e frio na barriga e se pergunta "Pra onde eu vou agora? O que eu vou fazer?". 


E eu agora paro e me pergunto; Será que a gente sabe pra onde ir quando não temos nem a certeza de onde queremos chegar? Finalizo esse post "sem nexo" com a frase que finalizei a ligação minutos antes de me sentar e escrever "Pensar nisso tudo me deixaria maluco".


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