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sábado, 18 de agosto de 2012

(des)conversando


Bom, hoje eu quero jogar conversa fora. Primeiro, deixa eu atualizar vocês que me leem:
Em Fevereiro, terminei um relacionamento meio turbulento, e que durou um bom tempo, não preciso ser tão exato pra falar da minha vida, e nem disso agora. Quem me acompanha desde os meus dezoito anos já sabe do que estou falando. Terminei porque o carinha foi um babaca, e me fez entender que eu não era tão bom o suficiente para ele, ao ponto de ele chegar a procurar outras pessoas para satisfação sexual, e até mesmo pessoal.

Enfim, terminei. E me livrei do encosto dedicando todo o meu tempo livre ao meu lado profissional, depois veio a morte do meu pai, que faleceu um mês depois. Nisso  a minha vida deu uma virada de cabeça pra baixo, e quem diria não é?! Às vezes são nas curvas que descobrimos o nosso rumo certo, são nas encruzilhadas que nos decidimos por qual caminho seguir. So ironic!

Após essas duas mudanças radicais, eu, Reynaldo Araújo, me tornei uma pessoa completamente diferente. Digo; eu gosto de mim agora. Bem mais do que eu gostava antes. Hoje não dou tanta ideia a superficialidade, e não me preocupo tanto em me adequar ao padrão da sociedade, ou de outras pessoas. Estou me fudendo para tudo isso, é claro que com uma certa postura.

Ao começar a trabalhar para o lançamento do meu livro SCARLET (Quem quiser adquirir, pode comprar diretamente comigo www.reynaldoaraujo.com) fiquei novamente sem tempo, até tentei conhecer outras pessoas, mas não era o momento certo. A etapa de lançamento do meu livro foi total momento individualista meu. Eu não precisava/queria ninguém comigo naquele momento, não fazia questão. Claro que deixei isso claro para os carinhas, os quais tentei me relacionar. É no plural. Porém, nenhum deles tiveram tanta paciência para levar um relacionamento comigo.

Pois é. Confesso que precisa um pouco de jogo de cintura. E é por isso que eu estou escrevendo agora, às sete e quarenta e dois da manhã de um sábado (Dezoito de Agosto).

Recentemente me apareceu um cara legal, nada de putaria, casualidade, e derivados no início. Ele é simplesmente legal, do jeito que é, ele me faz sorrir, me diverte, e sem contar que faz o meu tipo de cara. Mas eu tenho uma mania imensurável de destruir tudo em sete dias.

Estamos bem, porém, quando a companhia é boa para mim, eu simplesmente dispenso o sexo. Sexo nunca foi necessidade pra mim, pelo contrário, sempre o vi como um complemento de uma relação. Sexo é gostoso, é. AMO sexo, amo foder, gozar, amo putaria, mas sou tão travado em certos aspectos. Não consigo falar palavrão na cama, não consigo ser putão na cama, não consigo. E olha que eu tento, e como tento. Mas sempre me acho tão forçado, sabe?! E aí me preocupo com isso, e quando me preocupo meu pau amolece.

Bom, é um vocabulário XULO, mas é preciso neste texto, que talvez seja um texto desnecessário, ou até mesmo avulso, muitos não vão gostar e vão dizer que eu já escrevi melhores, e blá, blá, blá...
 Mas sinceramente, eu acho que nunca me expus tanto no meu blog, como agora. Eu sinto falta de um carinha legal, que te liga pra contar do dia, se interessa pelo seu, e diz o quanto você é foda o tempo todo.

Sabe? Sinto falta de sentar na frente da tv agarradinho e curtir um seriado, ou desenho animado, ou qualquer coisa do tipo. Eu sinto falta de companhia, sou carente de carinho, confesso. E esse meu jeitão todo ácido, e às vezes arrogante, e “durão” no que falo não deixa com que as pessoas percebam que isso é só uma forma de me proteger desse mundo. Li uma vez um texto de uma amiga o qual ela fez um trocadilho com um caramujo, e eu me encaixo no perfil. Duro por fora, impenetrável, mas mole por dentro. Sensível.

Eu não me interesso por caras malhados, com abdômens trincados, braçudos, ratos de academia, que enchem os olhos de qualquer um. Nunca me “casaria” com  um cara assim, mas meu Deus, como eu os invejo. Um dia chego lá. Mas por enquanto me quero assim, da forma que sou. Travado na cama, sem falar palavrões, um menino. Embora transpareça ser safado. Mas é que assim eu só dou liberdade/oportunidade de ficar quem realmente estiver afim de mim.

E acredite, quem não tá, some logo na segunda semana. Então, por favor, todas as minhas manias idiotas, e meu jeito sarcástico e irônico, minha neurose com “bermuda ou calça?” é uma forma um tanto maluca de fazer que você desista de mim, mas por dentro estou gritando: Não desista nunca, por favor!



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