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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Me deixa entrar?


É como se eu estivesse andando agora, trilhando exatamente o caminho que me levaria à tua porta. Com meu coração retalhado procurando por algo mais. Sem saber se você ainda vê alguma coisa além de mim, além de nós.

Eu tento, e muitas vezes é bem difícil, é complicado. É uma batalha onde não tenho um exército capaz de vencer, e sei que serei vencido, e mais uma vez me encontrarei jogado ao chão colhendo tudo o que restou.

Eu tento acreditar. Juro. Mas é difícil, é complicado, é repetitivo. Como agora. Seria loucura, mas me sinto batendo na sua porta com uma bagagem e o peito munidos de esperanças, sem ninguém para acreditar, sem ninguém para apostar no que temos.

Você abre a porta, e tudo que eu vejo é você me olhando nos olhos, e o que eu tenho para te dizer, todas as palavras, todos os sentimentos, todo o amor que eu tinha para demonstrar acaba me caindo melhor se ficasse para outro dia.

Me deixa entrar. Tá frio aqui fora. Tá frio sem você. Tá chato.
Me deixa entrar, seu sorriso e seus olhos preenchem todo o meu dia.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Onde encontrar SCARLET?



Além de SCARLET estar disponível para vendas no Site Oficial do autor www.reynaldoaraujo.com, ele também pode ser encontrado no site da Editora Metanoia www.metanoiaeditora.com, e em algumas livrarias também nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, e Joinville - Santa Catarina. 
Em São Paulo, o livro poderá ser encontrado nas livrarias Cultura.

Conheça o Livro: http://facebook.com/LivroScarlet



RIO DE JANEIRO

Livraria Bolivar
Rua Bolivar, 42 - Loja A
Cobacana - Rio de Janeiro
Telefone: (21) 3208-3600
CEP 22061-020

Livraria Blooks
Praia de Botafogo, 316
Botafogo - Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2559-8776
CEP 22250-040

Livraria do Museu da República
Rua do Catete, 153 - Museu da República
Catete - Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2556-5828
CEP 22220-000


Livraria do Café da Gávea
Rua Marques de São Vicente, 52
Gávea - Rio de Janeiro
Telefone (21) 2249-3558

Livraria da república - EdUERJ
Rua São francisco xavier, 524
Macaranã - Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2334-0720/2334-0721
CEP 22250-040

Livraria Nobel
Av. das Américas, 500 - Shopping Downtow
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2493-6301


MINAS GERAIS

Livraria Leitura
Av. Cristóvão Colombo 167
Savassi - Belo Horizonte
Telefone (31) 3287-5206
CEP 30140-140

Livraria Café com Verso
Praça Monsenhor Dutra, 246
Centro - Gonçalves
Telefone: (35) 3654-1241


BRASÍLIA


Livraria Café com Letras

SCLS 203 SUL - Bloco C - Loja 19
Asa Sul - Distrito Federal
Telefone: (61) 3322-4070/3322-5070

SANTA CATARINA


Livaria Curitiba

Shopping Mueller Joinville (3º, loja 182)
Rua Visconde de Taunat, 235.
Centro - Joinville
Telefone (47) 3745-2600
CEP: 89201-420


Assista ao PROMO do Livro:




sábado, 15 de setembro de 2012

SCARLET por A.F. Nascimento


“O que é nosso sempre volta. Apesar de...”

A frase de efeito do livro já consegue te fazer imaginar alguns caminhos diferentes que a história pode seguir; e seja lá onde for que sua mente te leve, o resultado final de Scarlet dificilmente decepcionará.

O que move o leitor aqui são, principalmente, as personagens. A começar por Oscar, que logo se percebe ser do tipo que poderá tanto causar pena quanto raiva. Os sofrimentos dele comovem, mas as burradas também não passam despercebidas. Daí para seus pais, Otávio, Arthur, Henrique e todos os outros é um passo, pois depois de começar a ler você provavelmente vai viver aquele típico momento em que olha para o relógio e percebe que já devia ter ido dormir há muito tempo.

Apesar de poder ser uma leitura muito rápida, pela forma como te prende, acho que vale mais a pena se forçar a parar de vez em quando. Assim você absorve mais os acontecimentos, revira mais as teorias pessoais, grita mentalmente mais vezes com algumas personagens. É legal poder ir almoçar pensando no que Oscar poderia fazer em determinada situação, ou ir se deitar imaginando o que aconteceria quando ele descobrisse a verdade. Porque sim, é esse tipo de livro; gruda na sua cabeça como uma daquelas músicas contagiantes, mas que você não quer parar de cantarolar o dia todo.

O que me leva a um outro ponto: as analogias! Gostei muito de todas, desde as que me fizeram rir até as que me fizeram divagar.

A escrita também é boa, rápida e direta — apesar de eu às vezes achá-la rápida demais. Os capítulos são curtos e sempre deixam um gosto de “quero mais”, e é aí que está a dificuldade em parar.

Se não fossem por algumas cenas, eu poderia dizer que a história é consideravelmente leve, muitas vezes engraçada e gostosa até mesmo nos momentos tristes. Ela tem, porém, a pitada certa de drama para que você não a esqueça tão cedo. Enganei-me ao pensar que não arregalaria um pouco os olhos até o final do livro; se foi por choque, tensão ou emoção, não preciso dizer. Spoiler é feio e eu não gosto.

Por fim, se já não está óbvio, concluo que Scarlet é uma ótima leitura e uma companhia no mínimo interessante. Ah, também não posso esquecer da arte da capa; além de linda, foi chamativa o bastante para ganhar mais duas leitoras durante o tempo em que eu andava com o livro para cima e para baixo; e provavelmente ganhará mais quantos o verem na minha estante. Infelizmente para estes, eu sou ciumenta pra caramba com livros que eu gosto; mas a vontade de ler já vai estar plantada em cada mente que se pegar perguntando: “Afinal, quem é Scarlet?”



Sobre a Leitora:
Conheço pouco dela, mas o suficiente para admirá-la por também ter lançado um livro. Ariane F. Nascimento também é escritora, e tem um livro publicado, a Paulista é fascinada por estórias vampirescas, e seu livro Beijos de Sangue tem como ponto focal este tema. Ainda não pude ter a oportunidade de ler, mas espero que logo possa me deliciar com este livro. 

Enfim, sucesso para todos nós sempre!


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Por 72 horas



Este texto vai em especial para dois amigos. Dois amigos, que hoje vieram com o mesmo assunto ao falar comigo. Ex namorados, ex amores, pós relacionamento. Ou nem tanto. Não vou citar nomes, mas vocês saberão quando lerem, ou você saberá que é pra você também quando ler e se identificar com a situação que por mais que você tente, acontece com você no momento mais improvável.

Um me reclama de um “namorico” que aconteceu com o espaço temporal de duas semanas, ou três, não me recordo. O outro me choraminga um relacionamento que terminou em Abril e virou amizade. Dois casos completamente diferentes, um achou que era amor, mas amor não acontece em quinze dias. E o outro é amor (ou também não), pois só isso é capaz de nos prender a uma pessoa por tanto tempo (tendo em vista que estamos em Setembro).

Eu me pergunto quando é que acontece isso. Quando é que acontece de nos prendermos ao passado tanto o suficiente para ficar remoendo uma coisa que se passou? Ao ponto de não nos libertarmos e nos darmos o direito de tentar algo novo. A vida é feita de mudanças, todo mundo deveria saber que nada é pra sempre, todo mundo deveria curtir cada momento, e viver intensamente o mesmo, pois amanhã isso pode nem existir. O amanhã é uma dádiva, o amanhã é um mistério, é futuro, um futuro que tá sempre presente.

A gente se pega por vários momentos se perguntando o que acontecerá amanhã. Será que ele vai me amar? Será que ele vai ficar comigo? Quanto tempo será que ficaremos juntos? Quando ele vai me dizer “eu te amo”? Quando vou conseguir aquilo? Quando vou conseguir isso? Contudo, acho que criamos expectativas nesse misto de imaginação e acabamos fantasiando algo que pode nem acontecer. Com todas essas perguntas, a gente começa a esperar por algo que pode chegar a nem vir.

Por que se prender ao passado? Por que se prender a uma pessoa que te deixou? Por quê? É algo que te faz mal, te faz sofrer, te machuca internamente, faz você ficar aflito. Não teria de ser simples, não teria de ser apenas descartável? Mas não, nem sempre o coração às vezes é. A gente se machuca, chora, procura, quebra a cara, e depois repete tudo de novo com a mesma intensidade ou não.

A vida é tão bela, e às vezes tão brutal, cada dia é uma luta, uma jornada. A gente nunca sabe o que nos espera ao final. Com quem deitaremos, em quem pensaremos, ou por quem rezaremos. É esse mistério que torna o viver interessante, tanta coisa legal, tanta coisa para desvendar, tanta gente para se encontrar, tantos amigos, tantas recordações, que a gente se perde. A gente se prende logo em algo que nos machuca. É alguma realização pessoal sofrer por amor? Se for, por favor me diga. Pois só mesmo um masoquista para gostar de um tremendo narcisista.

Eu tenho uma maneira maluca de gostar e desgostar. Quando gosto, eu sou intenso, gosto muito, sinto muita falta, amo de verdade. Mas quando vejo que estou sofrendo, ou posso vir a sofrer, eu piso no freio, recuo, dou ré, paro o movimento. É uma freada bruta que faz a gente voar, caso não estejamos de cinto de segurança. E eu na maioria das vezes sempre estou.

 Apago os contatos, apago qualquer vestígio que me leve à pessoa, me permito à coisas novas, crio coisas novas, para não lembrar, encho minha cabeça de amigos, saídas, bebidas. Isso tudo para não pensar na falta. Eu gostaria que as pessoas fossem assim, sabe? Quem dirá que vale a pena sofrer por amor? Chorar por amor? Se prender por amor?

É bom amar, entrar todos os dias no perfil daquela pessoa e ver o que ela postou, com quem ela saiu, ligar, dar bom dia, sei lá, se fazer presente. É bom, mas é tão melhor, é tão “MAIS BÃO” amar a gente. Amar a si. Eu nunca levei a sério, para ser bem franco, aquela história de cuidar do jardim para que as borboletas venham. Mas com o passar do tempo a gente vê que é verdade. Não adianta fazer sinal de fogo no céu para que elas te encontrem, não adianta rezar para que aconteça, não adianta fazer aquele ritual mais macabro com a mesma finalidade Quando a gente menos espera encontra aquele olhar no meio da multidão. Aquele olhar perdido que de alguma forma, dentre tantos olhares, te encontra também. E você reconhece.

A gente sempre sabe quando é pra ser, e quando não é pra ser. Não venham me dizer que não. A gente sabe quando vale a pena colocar intensidade, ou não. Então será que não vale a pena ser racional nessas situações, ou pelo menos tentar? Aí a pessoa vira e te diz: Mas não dá, eu não consigo esquecê-lo, sinto falta dele, tô mau, tô isso, tô aquilo. Dentre vários outras frases prontas. (risos)

A gente tem um filtro. Sabia? A gente só não sabe usar, ou só usa para o que não serve. Você não filtra aquilo que te faz mal no dia a dia? Você não filtra as amizades ruins, os lugares ruins? Então, tem que aprender a filtrar pessoas no coração também. Tipo, tá te machucando, tá te fazendo mau, tá te fazendo chorar, deleta. Move on.

Mova-se da cadeira, tente, abrace o mundo, cuide de você. Voltando à frase do “cuidando do jardim...” cuide do seu. Faça as borboletas pousarem em você, e quando acontecer, vá com tranquilidade, não as espante, e tenha em mente: Borboletas têm asas, borboletas voam, voltam, pousam em outros lugares, já pousaram, irão pousar. Você é o presente. Você é o agora. É o que está acontecendo naquele momento. Então intensifique, mas tenha em mente que borboletas vivem somente Setenta e duas horas.
Ou é pelo menos o que dizem por aí...

Então é isso. Encontre a sua borboleta, cuide do seu jardim, e intensifique esse pouso nem que seja por 72 horas. E lembre-se: Elas ainda não estão extintas.

Portanto...

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